Situação de crise para o sistema de saúde e para os pacientes que sofrem um AVC! – Revista Galenus

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“A roménia tem a maior mortalidade por AVC na Europa! 4 romenos morrem a cada hora, devido ao GOLPE!”. A afirmação da preocupante pertence ao prof. univ. dr. Gheorghe Iana, presidente da Sociedade de Neurorradiologia e Radiologia de Intervenção na Roménia (SNRIR). Para encontrar soluções, SNRIR organizaram uma conferência em curso, a fim de atrair a atenção das autoridades sobre a situação de crise em que está localizado o sistema de saúde e os pacientes que sofrem um acidente vascular cerebral, segundo um comunicado de imprensa remetidos para o escritório editorial. Entre as soluções encontradas para o evento são: o rápido acesso às terapias, a existência de centros de permanência do curso, a existência de equipamentos médicos necessários ou a preparação e o crescimento de pessoal especializado.

Em 2012, o Ministério da Saúde não estabeleceu os critérios para a certificação de especialistas

Este ano, o registo nacional de doentes com acidente vascular cerebral receber endovascular foi doado pela empresa americana Medtronic, que iniciou uma parceria acadêmica SNRIR, para a formação profissional de especialistas em radiologia intervencionista. Atualmente, o sistema de saúde na Roménia tem apenas 5 especialistas que podem intervir endovascular, em casos de acidente vascular cerebral, após os mais recentes protocolos internacionais! Preparação e acreditação depois de o currículo do internacional, um especialista leva pelo menos 6 meses.

“A partir de 2012 até o presente, o Ministério da Saúde não estabeleceu quais são os critérios para a certificação de especialistas em radiologia intervencionista, embora SNRIR arquivado em várias linhas de todos os documentos necessários para a acreditação desses especialistas. A falta de resposta das autoridades, não permitiu o desenvolvimento de critérios para a certificação dos profissionais que têm estudos complementares em neurorradiologia intervencionista. A falta desta prova expõe médicos especializados e não credenciada pelo estado romeno em risco para intervir clinicamente nos pacientes, sem a sua preparação para ser reconhecido, por isso, assumir os riscos de uma natureza jurídica”, explica o prof. univ. dr. Gheorghe Iana.

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