O mecanismo biológico por trás de depressão pós-parto – Revista Galenus

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A depressão pós-parto afeta a nível mundial, entre 11 e 20% das mulheres que deram à luz. Em um estudo realizado em ratos por cientistas da Universidade Tufts, NOS eua, os investigadores centraram-se sobre o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, responsável para o desencadeamento da resposta de luta ou fuga, nas condições em que, durante a gravidez é suprimida para proteger o feto contra o stress. Após o estudo, os cientistas demonstraram, pela primeira vez, o fato de que, quando o eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HHS) não operar normalmente instala-se a depressão pós-parto.

Derangements o eixo HHS e da proteína KCC2, entre as causas

“O estudo fornece a primeira evidência empírica que suporte as observações clínicas de disfunção do eixo HHS em pacientes com depressão pós-parto e mostrar, pela primeira vez que a perturbação do eixo HHS e para uma proteína específica no cérebro, KCC2, é suficiente para induzir comportamentos semelhantes para depressão pós-parto e os déficits no cuidado do nativo”, disse o prof. Jamie Maguire, um dos autores do estudo.

Descobrir o papel da estabilidade oferecida pelo KCC2 no regulamento do CRH (hormônio liberador da corticotropina), eixo do stress, pós-parto e do comportamento da mama, os cientistas esperam que eles tenham identificado molecular alvo potencial para o desenvolvimento de uma nova classe de compostos que, para ser eficaz, no caso de mulheres que sofrem de depressão pós-parto e a ansiedade. A depressão pós-parto é uma condição séria e não deve ser confundida com a condição chamada de baby blues, que desaparece depois de alguns dias. Especialistas apontam que a depressão pós-parto não afeta só as mães, mas os bebês, eles podem ter problemas de desenvolvimento comportamental.

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